Google vai ser alimentado por energia renovável a partir de 2017

  

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Empresa considera que as energias renováveis são, cada vez mais, "as opções mais baratas".

Espalhados por todo o Mundo, os centros de dados da Google empregam 60.000 pessoas. Ao longo dos últimos 10 anos, a empresa americana tem construído novos centros. Agora, a partir de 2017, estas estruturas serão alimentadas unicamente por energia renovável. 

A Google já é a empresa que mais “compra” energia renovável, utilizando 44% de energia proveniente de quintas solares e eólicas. 

Segundo o diretor para a Energia da Google, Marc Oman, citado pelo The Guardian, a opção deve-se a convicções dos fundadores da empresa. “Os nossos fundadores estão seguros de que as alterações climáticas são uma realidade e imediata, por isso, temos de fazer a nossa parte”. 

Por outro lado, acrescentou, a companhia olha também para resultados financeiros a longo-prazo, uma vez que, “cada vez mais, as energias renováveis são as opções mais baratas”. 

Durante o ano de 2015, o Google consumiu 5,7 Terawatts-hora de eletricidade – o equivalente a “duas cidades de 140.000 habitante”, escreve o New York Times. De acordo com o académico da Universidade de Stanford, Jonathan Koomey, citado NYT, este passo poderá abrir caminho à mudança: “é importante que uma empresa dê este passo. Significa que outras empresas da mesma dimensão sentirão pressão para mudar”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Google vai ser alimentado por energia renovável a partir de 2017

Empresa considera que as energias renováveis são cada vez mais baratas.

Espalhados por todo o Mundo, os centros de dados da Google empregam 60.000 pessoas. Ao longo dos últimos 10 anos, a empresa americana tem construído novos centros. Agora, a partir de 2017, estas estruturas serão alimentadas unicamente por energia renovável.

A Google já é a empresa que mais “compra” energia renovável, utilizando 44% de energia proveniente de quintas solares e eólicas.

Segundo o diretor para a Energia da Google, Marc Oman, citado pelo The Guardian, a opção deve-se a convicções dos fundadores da empresa. “Os nossos fundadores estão seguros de que as alterações climáticas são uma realidade e imediata, por isso, temos de fazer a nossa parte”.

Por outro lado, acrescentou, a companhia olha também para resultados financeiros a longo-prazo, uma vez que, “cada vez mais, as energias renováveis são as opções mais baratas”.

Durante o ano de 2015, o Google consumiu 5,7 Terawatts-hora de eletricidade – o equivalente a “duas cidades de 140.000 habitante”, escreve o New York Times. De acordo com o académico da Universidade de Stanford, Jonathan Koomey, citado NYT, este passo poderá abrir caminho à mudança: “é importante que uma empresa dê este passo. Significa que outras empresas da mesma dimensão sentirão pressão para mudar”.