A lição do "stôr" Jimmy: escolhe o teu futuro sem preconceitos

  

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EDP e Jimmy P desafiam alunos do 7º ao 12º ano a escolher uma profissão, no âmbito do projeto “Tagga o teu futuro”. As escolas com maior mobilização recebem um concerto do Jimmy P.

Assim que entra na sala, Jimmy P toma o papel de professor. Os versos que vai cantando aos alunos incluem vários conselhos: “ser diferente não é ser inferior – é seres igual a ti mesmo e conheceres o teu valor” ou “sempre fui do tamanho dos meus sonhos” são alguns dos exemplos.

Este é a dinâmica do novo videoclip de Jimmy P, “Handz Up”, que é também hino da campanha “Tagga o teu Futuro” – uma iniciativa da EDP dirigida a alunos entre os 12 e os 18 anos de idade que tem como objetivo “promover a mudança na sociedade para um caminho de maior diversidade e inclusão”, explica a empresa. Segundo a mesma fonte, serão envolvidas cerca de 1000 escolas de todo o país.

 

A mensagem transmitida é também um desafio colocado aos jovens: serem ousados nos seus sonhos e acreditarem num futuro sem barreiras nem preconceitos. Durante o videoclipe, alguns jovens dão o mote, seguindo as suas vocações: há raparigas que querem ser pilotos e engenheiras, bem como rapazes que ambicionam ser enfermeiros ou educadores de infância.

A participação das escolas e dos alunos é realizada através da plataforma taggaoteufuturo.edp.pt. O primeiro desafio é que cada estudante faça o “tag” do seu futuro, assinalando a profissão dos sonhos. As escolas com maior nível de mobilização até ao próximo dia 21 de abril, serão conhecidas no início de maio e receberão um concerto do Jimmy P.

Através de uma aposta nas futuras gerações, explica o diretor adjunto de Recursos Humanos da EDP, João Tavares, pretende-se promover a “consciencialização de que as profissões e as competências que elas traduzem não têm género, cor ou condição física”. ”No fundo ao somarmos diferenças, ganhamos futuro”, reforçou.

Embaixador deste projeto, Jimmy P explica que o seu objetivo passa por “ajudar os jovens a lutar pelos seus sonhos”. Uma batalha que, realça, ele próprio enfrentou: “eu sonhava ser músico, e sou. Vivi em França, vim para Portugal para jogar futebol, mas prefiro mil vezes mais fazer música. Nem sempre tive apoio ou a aprovação dos outros, mas nunca desisti do meu sonho”.