Descobre como foi a Queima das Fitas do Porto

  

 

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Como manda a tradição, a Queima iniciou com a Monumental Serenata com atuações de grupos de fados de várias faculdades.

A Avenida dos Aliados encheu-se de emoção, com as capas negras traçadas pela primeira vez dos caloiros e as lágrimas dos finalistas que desejam ficar sempre estudantes.
Ao mesmo tempo, os 2nd Floor - vencedores do XV Concurso de Bandas de Garagem da Queima – e James Arthur abriram as hostes no Queimódromo. À banda, que tocou várias covers, seguiu-se o cantor britânico que encantou com os seus temas mais conhecidos e do seu novo álbum. Mas acabou por ser também ele encantado pela energia da plateia portuense, e em agradecimento, falou português e usou capa académica aos ombros.

No dia 7, pela manhã, os finalistas deixaram esvoaçar as suas fitas garridas de cor na Missa de Bênção das Pastas. Foi um momento de reflexão e gratidão pelo percurso que agora termina, gravado nas mensagens que trazem nas fitas.

À tarde, tiveram lugar as Imposições de Insígnias, representativas da evolução de cada estudante. Enquanto os caloiros recebem a chamada Semente, os finalistas são “cartolados”, trocando as fitas pela cartola, e preparam-se para as primeiras bengaladas. A noite foi reservada ao Encontro de Coros – ECAP – que mesmo fora do palco foi um belíssimo momento de convívio académico e musical.

No Queimódromo, David Carreira e Virgul deram música à academia. Ambos entusiasmaram a plateia com músicas ritmadas e acompanhados de bailarinos que abrilhantaram o espetáculo. Ainda assim, David Carreira não deixou de querer dançar com um membro da plateia em palco. Virgul não quebrou o ritmo e pôs toda a gente a dançar, sem se esquecer de dedicar uma música a todas as mães.